19 de Maio de 2010 – A escuta diária de Fernando Alves devia ser obrigatória

Se há coisa que deveria ser obrigatória é a escuta dos «Sinais» de Fernando Alves, todos os dias, na «TSF». Os «Sinais» são um saboroso correr de palavras, ditas com tudo o que cada uma delas precisa. Hoje, Fernando Alves fala sobre o Tango em que vivemos nos dias que correm. Um compasso descompassado, regular, mas diferente dos tempos fortes e fracos a que estamos habituados. É quase um «tango masoquista», de sedução impossível, de uma proximidade efémera, de movimentos rápidos e violentos, que rapidamente nos trazem de novo a uma aparente normalidade, para voltarmos a fazê-los. Vale a pena ouvir. Hoje, e todos os dias.

5 thoughts on “19 de Maio de 2010 – A escuta diária de Fernando Alves devia ser obrigatória

  1. Meu caro IVO
    Só me ocorre dizer
    É como a água que corre
    Talvez como as marés
    Ora Preia-Mar, ora Baixa-Mar…
    E logo eu, que nunca fui marinheiro.(parece que..)

  2. Completamente de acordo. A TSF é a minha rádio de eleição e o programa em questão é para mim quase sempre, para não dizer sempre, um deleite ouvi-lo. Recomendo tb. e vivamente o programa “conversas pessoais e intransmissiveis” que pela panóplia e qualidade dos entrevistados, para não falar da evidente qualidade do entrevistador, é uma constante surpresa.

  3. Há bastante tempo que o nome Fernando Alves me diz alguma coisa. O Arq.º manuel Graça Dias, com quem trabalhei em Lisboa, habitualmente pedia a este “Senhor” para fazer as suas narrações tanto dos programas que ele realizou na TSF como noutras produções Áudio. Para além do que ele diz no programa que falas, é também detentor de uma “Voice” muito especial, daquelas Radio Voices de antigamente.
    Quanto ao programa vou começar a tentar ouvir diariamente. Já não é a TSF a radio que oiço mais.

  4. Sem dúvida que quando não consigo ouvir ao sair de casa de manhã, ouço mais tarde via net.
    É impressionante a facilidade com que as palavras escorrem melodiosas e oportunas, certeiras e atentas.

    Diz-se tanto em tão poucas palavras.

    Jorge Amorim

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