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É curioso observarmos as associações possíveis com a palavra «maestro». Os italianos chamam maestros aos professores primários, o que dá uma conotação pedagógica à função. Já os ingleses traduziram a palavra para «conductor», uma espécie de condutor, portanto, da orquestra. E é um pouco no espaço entre estas duas fórmulas que vagueia aquela que muitos consideram ser a profissão mais charlatã do mundo. Alguns são, verdadeiramente, maestros. Vivem, comunicam, aprendem e ensinam. Outros são meros condutores. Se bem que, no tempo das camionetas do Calçada, apesar das camionetas mais velhas, havia muito bons condutores. Se eu pudesse experimentar…